A fratura em galho verde da metáfise proximal da tíbia em crianças usualmente é secundária à força aplicada em
- varo com fratura em tensão da cortical lateral.
- varo com fratura em tensão da cortical medial.
- valgo com fratura em tensão da cortical lateral.
- valgo com fratura em tensão da cortical medial.
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Conceito-chave
O gabarito oficial é C, mas a mecânica descrita no resumo corresponde à alternativa D: valgo com tensão da cortical medial. Na fratura metafisária proximal típica, a força atua na face lateral do joelho em extensão; o lado medial abre e falha em tensão, frequentemente em galho verde (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Metáfise proximal: a fratura de COZEN).
É importante separar o nome da força do lado que abre. No valgo, o lado medial está sob tensão; no varo, a abertura é lateral. A alternativa C combina uma força compatível com o padrão habitual e a cortical oposta à que deveria romper em tensão. Essa associação não corresponde à abertura medial produzida pelo valgo.
A fíbula costuma permanecer íntegra nessa lesão de baixa energia. O varo é menos comum, possivelmente pela proteção lateral da fíbula. Mais tarde pode surgir valgo de Cozen mesmo após boa redução, com participação de crescimento assimétrico; esse fenômeno tardio não muda qual cortical sofreu tensão no trauma inicial.
O objetivo é reconhecer a discordância e aprender o mecanismo correto: valgo abre medialmente. A letra oficial permanece registrada como C, enquanto a interpretação anatômica sustentada pela fonte é D.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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