A coalizão tarsal apresenta bilateralidade em
- 10% dos casos.
- 20% dos casos.
- 30% dos casos.
- 50% dos casos.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A coalizão tarsal é uma ponte anormal, presente desde o nascimento, entre dois ossos do retropé ou do mediopé. Ela surge porque, durante a formação do pé no embrião, esses ossos não se separaram completamente. Há casos familiares, com herança genética.
As duas formas mais comuns:
calcaneonavicular: entre o processo anterior do calcâneo e o navicular. Dá sintomas entre 8 e 12 anos;
talocalcânea: entre o tálus e o calcâneo, geralmente na faceta média da subtalar. Dá sintomas entre 12 e 16 anos.
Um dado importante é que a coalizão é bilateral em cerca de metade dos casos. Algumas referências citam proporção um pouco maior para a forma calcaneonavicular.
Consequência prática: ao diagnosticar uma coalizão num pé, é preciso examinar o outro, mesmo que ele não doa. Muitas vezes se faz a tomografia dos dois lados.
O quadro clínico típico é um pé plano rígido que dói, com espasmo dos tendões fibulares e entorses de repetição. O calcanhar fica em valgo e não inverte quando o paciente sobe na ponta dos pés.
Na prova: a coalizão tarsal é bilateral em cerca de 50% dos casos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo