No pé plano, o ângulo radiográfico de GIANNESTRAS tem valor
- menor que 60º.
- entre 60º e 80º.
- entre 80º e 100º.
- entre 100º e 120º.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A avaliação radiográfica do pé plano é feita sempre com o paciente em pé, porque é o peso do corpo que mostra o colapso do arco. Existem várias medidas consagradas, e a regra para entendê-las é: no pé plano, os ângulos que medem a abertura entre o tálus e o calcâneo aumentam, e os que medem a altura do arco diminuem.
As medidas mais usadas:
na radiografia de frente (AP): o ângulo entre o tálus e o calcâneo (ângulo de Kite), que aumenta, e a descobertura da cabeça do tálus pelo navicular, que também aumenta;
na radiografia de perfil: o ângulo de Méary (entre o tálus e o 1º metatarso), que forma um vértice voltado para baixo; a inclinação do calcâneo em relação ao chão, que diminui; e a altura do cuneiforme medial, que diminui.
O ângulo de Giannestras é uma medida pouco difundida, citada em algumas referências antigas para avaliar o pé plano. Sua definição não aparece de forma padronizada nos livros atuais de pé e tornozelo. Para a prova, o que se cobra é o valor do gabarito: no pé plano, esse ângulo fica abaixo de 60°.
Na prática clínica atual, as medidas consagradas acima são as usadas para diagnosticar o pé plano e planejar a cirurgia.
Na prova: o ângulo de Giannestras no pé plano é menor que 60°, segundo o gabarito.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo