Na artropatia de CHARCOT envolvendo o pé, a articulação mais comumente acometida é a
- subtalar.
- talonavicular.
- calcaneocuboidea.
- tarsometatarsal.
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Conceito-chave
A artropatia de Charcot (ou artropatia neuropática) destrói os ossos e as articulações de um pé sem sensibilidade, quase sempre no diabético. Ao classificar o local afetado (classificação de Brodsky), fica claro que a doença tem uma região preferida: o mediopé.
Tipo 1 de Brodsky, o mais comum: o mediopé, nas articulações tarsometatarsais (Lisfranc) e entre o navicular e os cuneiformes. Essa região faz a transição entre o retropé e o antepé e recebe grande estresse a cada passo. O arco desaba e a sola fica convexa, no pé em mata-borrão. Uma saliência óssea na planta, geralmente embaixo do cuboide ou do cuneiforme medial, recebe pressão e forma úlcera.
Tipo 2: o retropé (subtalar, talonavicular e calcaneocuboide). Costuma deixar o pé instável.
Tipo 3A: o tornozelo. É menos frequente, mas muito instável e grave.
Tipo 3B: o arrancamento da tuberosidade do calcâneo pela força do tendão de Aquiles.
Quando a cirurgia é necessária, ela segue a região:
no mediopé, retirar a saliência óssea que causa a úlcera ou fundir as articulações do mediopé;
no retropé, a tríplice artrodese;
no tornozelo, a fusão do tornozelo e da subtalar com uma haste que entra pelo calcâneo;
na tuberosidade do calcâneo, a fixação do fragmento.
Na prova: no pé, o Charcot acomete mais a articulação tarsometatarsal.
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