Na coalizão tarsal, o sinal do C de LEFLEUR é visto na incidência radiográfica
- axial.
- lateral.
- oblíqua.
- ântero-posterior.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O sinal do C (descrito por Lateur; a questão grafa "Lefleur") é o sinal radiográfico clássico da coalizão talocalcânea, a ponte óssea congênita entre o tálus e o calcâneo, geralmente na faceta média da articulação subtalar.
Incidência: radiografia lateral, ou seja, em perfil.
Como se forma o sinal: normalmente existe um espaço visível entre o tálus e o sustentáculo do tálus, uma prateleira óssea na face interna do calcâneo, onde o tálus se apoia. Quando há uma barra óssea ligando os dois, esse espaço some. O contorno da cúpula do tálus continua sem interrupção até o contorno do sustentáculo, desenhando uma linha curva contínua em forma de letra C.
O sinal tem sensibilidade limitada: nem toda coalizão talocalcânea o mostra. Por isso, a confirmação costuma ser feita com tomografia em cortes coronais (de frente), que mostra a barra com clareza e permite medir o quanto da articulação está comprometido. Essa medida ajuda a decidir entre retirar a barra ou fundir a articulação.
Cada incidência mostra coisas diferentes:
perfil: sinal do C, bico talar (uma saliência na parte de cima da cabeça do tálus) e o nariz de tamanduá da coalizão calcaneonavicular;
oblíqua: a barra da coalizão calcaneonavicular;
axial do calcâneo (incidência de Harris): as facetas da subtalar e o alinhamento do calcanhar;
AP: ângulos do tálus com o calcâneo e do antepé.
Na prova: o sinal do C se vê na incidência lateral (perfil).
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo