Na artrodese do tornozelo, a posição ideal é de 0° no plano sagital e
- rotação neutra e valgo de 5 graus.
- rotação neutra e varo de 5 graus.
- rotação interna de 5 graus e valgo de 5 graus.
- rotação externa de 5 graus e valgo de 5 graus.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na artrodese do tornozelo, a articulação entre a tíbia e o tálus é fundida e deixa de se mover para sempre. Por isso, a posição em que o cirurgião fixa o tornozelo é decisiva: um erro de poucos graus se transforma em dor e desgaste das articulações vizinhas.
A posição ideal em cada plano:
Plano sagital (para cima e para baixo): neutro, 0°, com o pé em ângulo reto com a perna. Se o pé ficar apontado para baixo (equino), o paciente apoia demais no antepé e o joelho é empurrado para trás. Se ficar apontado para cima (calcâneo), o calcanhar é sobrecarregado.
Plano coronal (para dentro e para fora): valgo de cerca de 5°, com o calcanhar levemente para fora. Essa posição deixa a articulação subtalar (logo abaixo) com movimento e distribui a carga. O erro mais grave é o varo: o pé apoia na borda de fora, sobrecarrega a subtalar e dói.
Rotação: rotação externa de cerca de 5° a 10°, semelhante ao outro pé. Na marcha normal, o pé aponta levemente para fora. Com rotação interna, o paciente anda com o pé para dentro e sobrecarrega a borda lateral. Com rotação externa exagerada, sobrecarrega o lado de dentro do pé e o joelho.
Também se procura deixar o tálus um pouco para trás em relação à tíbia, o que facilita o rolamento do pé durante a marcha.
Na prova: artrodese do tornozelo em 0° sagital, valgo de 5° e rotação externa de 5° a 10°.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo