Segundo a classificação de Wagner de úlcera no pé o tipo III corresponde a qual descrição abaixo?
- Úlcera superficial
- Úlcera com abcesso
- Úlcera com exposição de tendões
- Gangrena parcial
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Conceito-chave
A classificação de Wagner gradua as úlceras do pé diabético de 0 a 5, conforme a profundidade e a presença de infecção ou gangrena:
Grau 0: ainda não há úlcera, mas o pé é de risco.
Grau 1: úlcera superficial, só na pele.
Grau 2: úlcera profunda, que chega ao tendão, à cápsula ou ao osso, mas sem infecção profunda.
Grau 3: úlcera profunda com infecção profunda: abscesso (coleção de pus), osteomielite (infecção do osso) ou artrite séptica (infecção da articulação).
Grau 4: gangrena localizada, por exemplo de dedos ou da parte da frente do pé.
Grau 5: gangrena de todo o pé.
A fronteira mais importante na prática é entre o grau 2 e o 3, e a pergunta é: existe pus coletado, osso infectado ou articulação infectada? Para responder, usam-se o teste probe-to-bone (um estilete estéril que toca o osso pelo fundo da úlcera sugere osteomielite), a ressonância e, quando necessário, a biópsia do osso.
Essa separação muda a conduta. No grau 2, limpa-se a ferida e tira-se a carga do pé. No grau 3, é preciso drenar o abscesso ou retirar o osso infectado, além de usar antibiótico dirigido, muitas vezes com internação. Nos graus 4 e 5, a avaliação da circulação e as amputações passam a ter papel central.
Na prova: Wagner 3 é úlcera com abscesso, osteomielite ou artrite séptica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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