As coalizões tarsais ocorrem mais comumente na faceta
- medial da articulação talocalcaneana e entre o processo anterior do calcâneo e o navicular.
- anterior da articulação talocalcaneana e entre o processo anterior do calcâneo e o navicular.
- medial da articulação talocalcaneana e entre o processo lateral do calcâneo e o navicular.
- anterior da articulação talocalcaneana e entre o processo lateral do calcâneo e o navicular.
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Conceito-chave
Uma coalizão tarsal é uma ponte anormal, congênita, entre dois ossos do pé. Ela começa como tecido fibroso ou cartilagem e ossifica com o crescimento, travando o movimento entre os ossos. As duas formas mais comuns ocupam lugares bem definidos:
Coalizão talocalcânea: ocorre entre o tálus e o calcâneo, na articulação subtalar. Essa articulação tem três facetas (superfícies de contato): a posterior, a maior; a média (ou medial), que fica sobre o sustentáculo do tálus, uma prateleira óssea na face interna do calcâneo; e a anterior, pequena. A coalizão acomete tipicamente a faceta média (medial).
Coalizão calcaneonavicular: ocorre entre o processo anterior do calcâneo (a ponta da frente do calcâneo) e o navicular, o osso em forma de barco do mediopé.
Como enxergá-las nos exames:
a calcaneonavicular aparece bem na radiografia oblíqua do pé. No perfil, o processo anterior do calcâneo fica alongado e lembra um nariz de tamanduá;
a talocalcânea é mais difícil de ver na radiografia comum. No perfil pode aparecer o sinal do C, uma linha contínua entre o tálus e o sustentáculo. A tomografia é o exame de escolha e mostra também quanto da subtalar está comprometido, o que ajuda a decidir entre ressecar a barra ou fundir a articulação.
Na prova: as coalizões mais comuns são a da faceta média da subtalar e a do processo anterior do calcâneo com o navicular.
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