Na classificação de WAGNER para pé diabético, a osteomielite está presente no tipo
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Conceito-chave
A classificação de Wagner é a mais conhecida para graduar as feridas do pé diabético. Ela vai aumentando conforme a lesão fica mais profunda e mais grave:
Grau 0: ainda não há ferida, mas o pé é de risco (deformidades, calos, perda de sensibilidade).
Grau 1: úlcera superficial, só na pele.
Grau 2: úlcera profunda, que chega ao tendão, à cápsula ou ao osso, mas sem infecção profunda.
Grau 3: úlcera profunda com infecção profunda: abscesso, osteomielite (infecção do osso) ou artrite séptica (infecção da articulação).
Grau 4: gangrena localizada, por exemplo de um dedo ou da parte da frente do pé.
Grau 5: gangrena de todo o pé.
Um jeito de lembrar: do 0 ao 3 a escala acompanha a profundidade e a infecção; o 4 e o 5 falam de gangrena (morte do tecido), que depende sobretudo da circulação.
Como saber se há osteomielite? Alguns recursos:
o teste probe-to-bone: se um estilete estéril colocado na úlcera toca o osso, a chance de osteomielite é alta;
a radiografia, que mostra destruição óssea só depois de algumas semanas;
a ressonância magnética, o exame de imagem mais útil;
a biópsia do osso com cultura, o padrão-ouro, que também orienta o antibiótico.
Na prova: osteomielite no pé diabético é Wagner 3.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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