A lesão do atleta do tipo turf toe, ocorre
- no sesamoide e o mecanismo de lesão é a carga axial com antepé em dorsiflexão.
- no sesamoide e o mecanismo de lesão é a carga axial com antepé em flexão plantar.
- na placa plantar e o mecanismo de lesão é a carga axial com antepé em dorsiflexão.
- na placa plantar e o mecanismo de lesão é a carga axial com antepé em flexão plantar.
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Conceito-chave
O turf toe é uma lesão do atleta na articulação da base do dedão (a primeira metatarsofalângica). A estrutura lesada é a placa plantar, o conjunto de cápsula e ligamentos que fica embaixo dessa articulação e onde estão embutidos os dois ossos sesamoides.
O mecanismo é uma carga axial sobre o pé apoiado com o dedão em hiperdorsiflexão (dobrado para cima ao extremo). Acontece, por exemplo, quando o atleta está com a ponta do pé fixa no chão e alguém cai sobre a parte de trás da sua perna, ou quando ele cai sobre o calcanhar com os dedos presos. A grama sintética, que dá muita aderência, e chuteiras com sola flexível aumentam o risco. É comum no futebol americano e no futebol.
A lesão é graduada:
Grau I: estiramento. Tratamento com gelo, repouso e uma palmilha rígida, com retorno rápido.
Grau II: ruptura parcial. Imobilização e afastamento por algumas semanas.
Grau III: ruptura completa, com os sesamoides migrando para trás (puxados pelos tendões, sem a placa para segurá-los). Muitas vezes precisa de cirurgia para reparar a placa.
Uma radiografia comparando com o outro pé, às vezes com o dedão forçado para cima, mostra a migração dos sesamoides. A ressonância avalia a extensão da lesão.
O mecanismo oposto, com o dedão forçado para baixo, causa uma lesão do lado de cima da articulação chamada *sand toe*, típica do vôlei de praia.
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