Na coalizão tarsal, o sinal radiográfico do “C” é visto na incidência radiográfica
- oblíqua e indica coalizão talocalcaneana.
- em perfil e indica coalizão talocalcaneana.
- oblíqua e indica coalizão calcaneonavicular.
- em perfil e indica coalizão calcaneonavicular.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
As coalizões tarsais (pontes anormais entre ossos do tarso) têm sinais radiográficos característicos, e cada um aparece numa incidência específica.
Coalizão talocalcânea (entre o tálus e o calcâneo), vista na radiografia de perfil:
Sinal do C: a cortical da parte de dentro do tálus se continua com a do sustentáculo do tálus (uma saliência do calcâneo) e do calcâneo, formando um desenho em forma de C.
Bico talar: um bico de osso em cima da cabeça do tálus. Ele não é artrose; surge porque a subtalar travada sobrecarrega a articulação vizinha (talonavicular).
A faceta média da subtalar não aparece normalmente.
Coalizão calcaneonavicular (entre o calcâneo e o navicular):
Na radiografia de perfil, o processo anterior do calcâneo fica alongado, parecendo um "nariz de tamanduá".
Na radiografia oblíqua a 45 graus, vê-se a própria ponte entre os dois ossos.
Para confirmar a coalizão talocalcânea, o exame de escolha é a tomografia, com cortes de frente, que também mede o tamanho da ponte. A ressonância ajuda a ver pontes de cartilagem ou de tecido fibroso, que não aparecem na radiografia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo