Na lesão osteocondral do tálus, a classificação de Anderson é baseada na:
- artroscopia
- radiografia simples
- ressonância magnética
- tomografia computadorizada
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Conceito-chave
As lesões osteocondrais do tálus têm várias classificações, e a forma mais fácil de diferenciá-las é pelo exame em que cada uma se baseia:
Berndt e Harty (1959): baseada na radiografia. Vai do grau I (área de compressão) ao IV (fragmento solto e deslocado).
Anderson (1989): baseada na ressonância magnética. Ela acrescentou um estágio novo, o IIA, que identifica a presença de cisto embaixo da lesão, algo que a radiografia não mostrava bem.
Ferkel e Sgaglione: baseada na tomografia, que avalia bem os cistos e os fragmentos de osso.
Cheng e Ferkel: baseada na artroscopia, observando diretamente a cartilagem, se está íntegra, amolecida, rachada ou solta.
Hepple: uma revisão da classificação de Anderson, também por ressonância.
A ressonância ganhou espaço porque mostra o edema no osso, os cistos e a estabilidade do fragmento: líquido entre o fragmento e o osso embaixo indica que ele está solto. Mas ela tende a fazer a lesão parecer maior por causa do edema. A tomografia mede melhor o tamanho real do componente ósseo, o que ajuda a planejar a cirurgia.
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