Na artrite idiopática juvenil
- a duração maior de 3 semanas é um dos critérios diagnósticos.
- a maioria dos casos é caracterizada pela forma poliarticular,com fator reumatoide positivo.
- a articulação mais afetada na forma oligoarticular é o quadril.
- o fator reumatóide e FAN não são úteis para diagnóstico.
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Conceito-chave
O diagnóstico é clínico e de exclusão. A artrite idiopática juvenil exige artrite persistente por pelo menos seis semanas, com início antes dos 16 anos, depois de afastadas infecção, neoplasia (a leucemia sempre entra no diferencial) e outras doenças reumáticas. Fator reumatoide e FAN não fazem o diagnóstico: o FR separa subtipos da forma poliarticular, e o FAN identifica maior risco de uveíte anterior crônica, que é silenciosa e exige rastreio oftalmológico regular.
Os subtipos. A forma oligoarticular é a mais comum, em meninas pequenas, e acomete sobretudo o joelho. A poliarticular se divide em FR negativo e FR positivo, esta a minoria, em meninas adolescentes. Há ainda as formas sistêmica, relacionada à entesite e psoriásica. Um alerta: quadril acometido logo no início fala contra a oligoarticular e deve levar a pensar em outra causa.
Na prova: AIJ é seis semanas e diagnóstico clínico; FR e FAN classificam, não diagnosticam.
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