A dose de vitamina D3 adequada para o controle da osteoporose não deve ser menor que
- 700-800 UI/dia
- 200-400 UI/dia
- 400-600 Ul/dia
- 200 UI/dia
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Conceito-chave
A vitamina D e o osso. A vitamina D é essencial para absorver o cálcio no intestino. Sem ela, o organismo retira cálcio do esqueleto (pelo PTH elevado), o que piora a osteoporose. Além disso, a deficiência causa osteomalácia (falha de mineralização) e fraqueza muscular, que aumenta as quedas.
As doses recomendadas.
- Para a prevenção e o tratamento da osteoporose, a dose diária de vitamina D3 não deve ser menor que cerca de 700 a 800 UI por dia. As diretrizes mais usadas recomendam 800 a 1.000 UI por dia nos adultos acima de 50 anos.
- Os estudos mostraram que doses de 400 UI ou menos não reduzem as fraturas. A redução das fraturas do quadril e não vertebrais apareceu com doses de 700 a 800 UI ou mais, sobretudo associadas ao cálcio.
- Na deficiência comprovada, usam-se doses de ataque maiores (por exemplo, 50.000 UI por semana por 8 semanas) e depois a manutenção.
- Doses muito altas e espaçadas (por exemplo, 500.000 UI uma vez por ano) aumentaram as quedas e as fraturas em um estudo, e devem ser evitadas.
O alvo no sangue. A dosagem da 25-hidroxivitamina D: muitas diretrizes buscam um nível de pelo menos 30 ng/mL em pacientes com osteoporose.
O cálcio. A ingestão total recomendada é de cerca de 1.000 a 1.200 mg por dia, de preferência pela dieta (laticínios). Os suplementos completam o que falta.
Por que isso importa no tratamento. Antes de iniciar um bisfosfonato ou o denosumabe, é preciso corrigir a deficiência de vitamina D e garantir cálcio suficiente. Caso contrário, há risco de hipocalcemia e de resposta pior ao tratamento.
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