O tratamento cirúrgico da fratura da coluna vertebral secundária à osteoporose está indicado na presença de
- cifose torácica.
- fragmento ósseo intracanal.
- incapacidade de utilização da OTLS.
- dor refratária ao tratamento conservador.
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Conceito-chave
Uma fratura vertebral osteoporótica pode doer muito sem exigir cirurgia imediata. A opção que muda o cenário é a dor que permanece refratária ao tratamento conservador. Ainda assim, escolher uma intervenção exige relacionar a dor à fratura e avaliar neurologia, deformidade e estabilidade.
O capítulo distingue procedimentos. A cimentação é discutida para dor persistente após falha do tratamento não cirúrgico; os autores a consideram indicação relativa em dor intensa e limitante após pelo menos seis semanas. Já compressão neural com déficit, sobretudo agudo, incompleto e progressivo, pode exigir descompressão e estabilização. Não são duas formas intercambiáveis de tratar toda fratura dolorosa (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Quando operar e o que fazer” e “Vertebroplastia e cifoplastia”).
Cifose torácica sem qualificação não é igual a deformidade progressiva dolorosa. Fragmento no canal sem déficit também não é indicação isolada, e intolerância à órtese, sozinha, não demonstra a falha clínica decisiva. O resumo da Biblioteca ajuda a separar esses cenários, sem ensinar cimentação como rotina.
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