Sobre a imagem na ruptura distal do bíceps, segundo o Campbell, é correto:
- a ultrassonografia é mais acurada que a ressonância
- a ressonância distingue a ruptura completa da parcial e mostra tendinose, tenossinovite, hematoma e contusão do braquial; a posição FABS (cotovelo a 90 graus, ombro em 180 graus de abdução e antebraço supinado) dá um corte longitudinal verdadeiro; numa comparação, a acurácia foi de 86% na ressonância e 45% no ultrassom
- a ressonância não ajuda a distinguir a ruptura parcial
- a posição FABS é com o ombro aduzido e o antebraço pronado
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Conceito-chave
O tendão distal do bíceps corre obliquamente e gira até a tuberosidade do rádio. Num corte comum, ele aparece em pedaços; numa posição especial, inteiro.
O que o Campbell diz (cap. 48, p. 2523). A ressonância ajuda a distinguir a ruptura completa da parcial, e a definir tendinose, tenossinovite, hematoma e contusão do braquial. A posição FABS (flexed abducted supinated: cotovelo a 90 graus, ombro em 180 graus de abdução, antebraço supinado) foi recomendada para obter um corte longitudinal verdadeiro do tendão.
O ultrassom. É potencialmente mais rápido e barato, mas muito dependente do examinador. Numa comparação para rupturas completas, a acurácia foi de 86% com a ressonância e 45% com o ultrassom.
A consequência. O diagnóstico das completas é clínico (gancho e compressão); a imagem entra para as dúvidas, sobretudo as parciais, e para o planejamento.
Por que esta questão foi criada. É uma gêmea da questão do TARO que mostra o tendão distal lesado na ressonância.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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