Na fratura-luxação de MONTEGGIA, qual é o elemento-chave do tratamento cirúrgico?
- Redução anatômica da ulnoumeral
- Reparo dos ligamentos colaterais
- Reparo do ligamento anular
- Restauração estável do alinhamento da ulna
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Conceito-chave
Uma criança ou um adulto cai e quebra a ulna no terço proximal. A radiografia do antebraço mostra a fratura; o que pode passar despercebido é que a cabeça do rádio saiu do lugar no cotovelo. Rádio e ulna estão ligados nas duas pontas, como as barras de uma escada: se uma barra entorta e encurta, a outra precisa se deslocar numa das juntas.
O que é a lesão. O Green define a lesão descrita por MONTEGGIA como uma fratura-luxação do antebraço: fratura da diáfise da ulna com luxação da radioulnar proximal. A angulação da fratura e o deslocamento da cabeça do rádio são anterolaterais (cap. 20, p. 938).
A chave do tratamento. Como a cabeça do rádio saiu porque a ulna entortou, a solução é endireitar a ulna. O Green afirma que o elemento-chave do tratamento é a restauração estável do alinhamento da ulna com placa e parafusos, o que quase sempre restaura o alinhamento e a função da radioulnar proximal (p. 938).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 60 da SBCM 2023, que cobrou o elemento-chave do tratamento cirúrgico da fratura-luxação de MONTEGGIA.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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