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Questão de Fraturas do cotovelo e antebraço (OrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2024)

Ombro e cotoveloFraturas do cotovelo e antebraçoOrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2024

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SBCM. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Pela classificação da MAYO, como se classifica a fratura do olécrano em que o antebraço fica subluxado (para a frente, para trás ou em varo) em relação ao úmero distal?

  1. Tipo I
  2. Tipo IIA
  3. Tipo IIB
  4. Tipo III
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Gabarito: D · Tipo III

Conceito-chave

Três perguntas para tratar. A classificação da MAYO para as fraturas do olécrano "distingue três fatores que têm influência direta no tratamento: (1) deslocamento, (2) fragmentação e (3) subluxação da articulação ulnoumeral" (Green, cap. 20, p. 939). A sequência funciona como uma triagem: primeiro se a fratura desviou, depois se ela é simples ou fragmentada, e por fim se o cotovelo inteiro ficou instável.

Tipo (Green, cap. 20, p. 939, Fig. 20.5)DefiniçãoTratamento descrito
INão desviada ou minimamente desviada (incomum)Sem cirurgia
IIADesviada e simplesParafuso, fios ou sutura
IIBDesviada e fragmentadaPlaca e parafusos
IIISubluxação anterior, posterior ou em varo do antebraço em relação ao úmero distalLesão do cotovelo inteiro

O tipo III. "As fraturas do tipo III são lesões com subluxação anterior, posterior ou em varo do antebraço em relação ao úmero distal" (Green, cap. 20, p. 939). Aqui a fratura do olécrano deixa de ser só um problema do mecanismo extensor: o antebraço, rádio e ulna juntos, saiu do lugar em relação ao úmero. São as fraturas-luxações, em que o tratamento precisa devolver a estabilidade da articulação, e não apenas fechar o traço. Em raras ocasiões, uma luxação simples do cotovelo ou uma tríade terrível vem associada a fratura do olécrano (p. 939).

Por que a subluxação muda tudo. O olécrano e o coronoide formam a incisura semilunar, que abraça a tróclea. Quando a fratura compromete essa garra e os ligamentos cedem, o cotovelo subluxa. Fios e banda de tensão, bons para a fratura simples, não seguram uma ulna proximal que precisa sustentar o cotovelo inteiro.

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 47 da SBCM 2024, que perguntou como a MAYO classifica a fratura do olécrano com o antebraço subluxado em relação ao úmero distal.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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