Na fratura de MONTEGGIA com subluxação posterior, qual é o padrão mais comum?
- Lesão ulnoumeral, com o olécrano e o coronoide fraturados
- Lesão no nível da diáfise
- Fraturas complexas em vários níveis
- Lesão na metáfise proximal da ulna
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Conceito-chave
O que é a Monteggia posterior. É a fratura da ulna proximal com luxação ou subluxação posterior da cabeça do rádio, o tipo II de Bado. O Green observa que, quando a lesão envolve o olécrano e a cabeça do rádio sem perder a relação radioulnar, chamá-la de Monteggia posterior confunde, porque, como sugeriram Jupiter e colegas, esse padrão tem mais em comum com as fraturas-luxações posteriores do olécrano (cap. 20, p. 939).
A classificação de Jupiter. A Fig. 20.4 do Green ilustra o espectro das lesões posteriores de Monteggia (cap. 20, p. 939):
| Tipo | Nível da lesão da ulna |
|---|---|
| A | Articulação ulnoumeral, com fraturas do olécrano e do coronoide |
| B | Metáfise ulnar proximal, o local mais comum |
| C | Diáfise |
| D | Fraturas complexas em vários níveis |
A legenda é explícita: o tipo B é a "lesão no local mais comum, a metáfise ulnar proximal" (Green, cap. 20, p. 939).
Por que importa. As Monteggias posteriores são lesões de alta energia, frequentemente com fratura do coronoide e da cabeça do rádio e lesão ligamentar (Green, cap. 20, Fig. 20.8). O tratamento exige reconstruir o comprimento e o contorno da ulna, inclusive a angulação dorsal da metáfise proximal, porque é a ulna bem alinhada que reduz e mantém a cabeça do rádio. Ulna mal reduzida, cabeça do rádio que não fica no lugar.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 48 do SIMÃO 2023, que perguntou o padrão mais comum da Monteggia posterior. A mesma pergunta volta com os quatro tipos de Jupiter em outra ordem.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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