Na instabilidade rotatória posterolateral do cotovelo, qual é o movimento do antebraço em relação ao úmero e qual a principal estrutura insuficiente, respectivamente?
- rotação interna do antebraço pronado, com a ulna deslizando medialmente sob a tróclea; feixe anterior do colateral medial
- rotação externa do antebraço supinado para fora do úmero distal, com subluxação posterior da cabeça do rádio em relação ao capítulo; feixe ulnar do colateral lateral
- translação anterior isolada da cabeça do rádio, com separação da articulação radioulnar proximal; ligamento anular
- subluxação posterior pura da ulna, sem componente rotacional; cápsula posterior e ancôneo
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Conceito-chave
O que é a instabilidade rotatória posterolateral. É a forma mais comum de instabilidade crônica do cotovelo. O Green descreve o padrão: quando o cotovelo é carregado axialmente em extensão e supinação, como ao levantar de uma cadeira apoiando as mãos, "o rádio supinado e a ulna proximal giram lateralmente para fora do úmero distal em um padrão denominado instabilidade rotatória póstero-lateral" (cap. 23, p. 994). O antebraço inteiro, rádio e ulna juntos, roda externamente em relação ao úmero, e a cabeça do rádio sublúxa para trás do capítulo.
A estrutura que falha. O complexo colateral lateral tem o colateral radial, o ligamento anular e a banda posterior, o ligamento colateral ulnar lateral, que nasce no epicôndilo lateral e se insere na crista do supinador da ulna; "O LUCL é a principal restrição à instabilidade rotatória póstero-lateral" (Green, cap. 22, p. 977). A origem extensora e o anular ajudam (p. 977). A causa mais comum é o trauma, em geral uma luxação; carga em varo crônica e infiltrações de corticoide para epicondilite também foram implicadas (cap. 23, p. 994).
Como reconhecer. No pivot shift, com o ombro fletido e em rotação externa, o antebraço em supinação máxima e um valgo com compressão axial em 40 a 70 graus de flexão, a pele afunda sobre a radiocapitelar quando rádio e ulna saem do úmero, e o cotovelo reduz com a flexão, com um ressalto; o teste da gaveta rotatória empurra o rádio proximal para trás na mesma posição (Green, cap. 23, p. 995). Sob estresse, a radiografia de perfil mostra a ulnoumeral alargada e a cabeça do rádio subluxada para posterior (p. 995).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 86 do SIMÃO 2026, que cobrou o movimento e a estrutura insuficiente na instabilidade rotatória posterolateral.
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