Após melhora inicial de fratura proximal do úmero, um homem de 36 anos apresenta dor tardia e colapso cefálico nas imagens, compatíveis com

- infecção.
- osteonecrose.
- pseudartrose cervical.
- artrose pós-traumática.
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Conceito-chave
A dor reaparece depois de uma fase inicial de melhora, e as radiografias mostram desestruturação e colapso da cabeça umeral. O conjunto favorece osteonecrose, alternativa B, em vez de uma simples fratura que nunca chegou a consolidar.
Na osteonecrose, a perda de viabilidade do segmento cefálico pode levar a esclerose e, depois, colapso da superfície articular. O resumo descreve justamente a sequência de dor, rigidez e perda de função após um período bom, com imagens que variam de esclerose em placas a colapso total (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Quando a necrose aparece”).
A cronologia ajuda, mas não resolve tudo. Infecção pode produzir dor e destruição e deve ser investigada quando houver suspeita, inclusive com punção. Artrose pós-traumática também causa perda funcional, embora o resumo a diferencie pelo colapso menor. Na pseudartrose, o problema central é a persistência de mobilidade e dor no foco, com reabsorção entre fragmentos.
O tratamento depende das sequelas associadas. Necrose isolada com tubérculos preservados não é igual a necrose com reabsorção tubercular, viciosa ou pseudartrose. O resumo diferencia hemiartroplastia, total anatômica e reversa conforme cabeça, glenoide e tubérculos, sem escolher uma prótese apenas pela aparência desta figura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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