Na rigidez refratária após fratura proximal do úmero, a causa principal habitualmente descrita no Rockwood é a
- necrose óssea.
- lesão do manguito.
- impacto do implante.
- contratura da cápsula glenoumeral.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Um ombro rígido após fratura pode ter várias causas, mas o capítulo destaca a contratura capsular como a principal na rigidez refratária. A cápsula retraída limita o movimento de forma global, com perda especialmente importante de abdução e rotação externa.
Isso não dispensa procurar bloqueio ósseo, impacto do implante, lesão do manguito ou outras complicações. Uma sensação de bloqueio firme no fim do alongamento pode sugerir obstáculo mecânico; se a limitação decorre de consolidação viciosa, liberar apenas partes moles não resolve a deformidade. Após cirurgia, também é preciso considerar infecção de baixo grau (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Rigidez”).
O tratamento começa com reabilitação e alongamento, cuja melhora pode ser lenta ao longo do primeiro ano. Antes de escolher uma liberação, importa reconhecer o que está impedindo o movimento. A seção de complicações do resumo da Biblioteca organiza esse raciocínio.
Por que esta questão foi criada. Para aprofundar a causa da rigidez cobrada nas provas de úmero proximal sem inventar um ranking geral de todas as complicações.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo