Na hemiartroplastia por fratura proximal do úmero, a falha de consolidação dos tubérculos compromete principalmente o resultado por
- impacto subacromial da placa.
- lesão do axilar no acesso transdeltoideo.
- penetração articular de parafusos bloqueados.
- limitação funcional grave, frequentemente com pseudoparalisia.
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Conceito-chave
Na hemiartroplastia por fratura, substituir a cabeça não reconstrói automaticamente o funcionamento do manguito. Os tubérculos precisam consolidar em boa posição para que os tendões ligados a eles possam atuar de maneira eficaz sobre o úmero.
Quando os tubérculos ficam soltos, desviados ou reabsorvidos, o resultado funcional costuma ser ruim, frequentemente com pseudoparalisia, isto é, perda importante da capacidade de elevar ativamente o braço. A prótese pode estar implantada e o ombro continuar sem boa função. É essa dependência da reconstrução dos tubérculos que explica parte da mudança para a reversa, cujo desenho oferece um fulcro ao deltoide mesmo sem manguito funcionante (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Por que a reversa tomou o lugar”).
O princípio não torna os tubérculos irrelevantes na reversa; apenas muda quanto a elevação depende deles. O resumo da Biblioteca compara as duas próteses e o papel da consolidação.
Por que esta questão foi criada. Para aprofundar o papel do tubérculo maior no resultado da hemiartroplastia, ponto cobrado no TARO 2012, e separar falha da prótese de complicações da placa.
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