Na radiografia do úmero proximal a seguir, o traço que divide o segmento cefálico caracteriza

- fratura isolada do tubérculo maior.
- fratura em valgo com impacção cefálica.
- fratura do colo cirúrgico sem impacção.
- fratura com divisão articular (head-split).
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Conceito-chave
A radiografia mostra um traço que divide o próprio segmento articular da cabeça umeral. Isso caracteriza uma fratura head-split, alternativa D: o problema não se limita a separar a cabeça da diáfise pelo colo.
Essa distinção muda o que precisa ser reconstruído. Num colo cirúrgico, o segmento cefálico pode permanecer inteiro; no head-split, a superfície articular foi partida. O resumo trata as fraturas da superfície articular como categoria específica e dá prioridade ao envolvimento da cabeça no planejamento Mayo/FJD (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Neer, AO e os padrões de fratura”).
Não basta contar fragmentos. É preciso saber se a cabeça é reconstruível, como estão os tubérculos e qual a qualidade óssea. O capítulo coloca cabeça partida entre as indicações clássicas de prótese, mas admite fixação com parafusos e placa no jovem com um único traço. A imagem define o padrão; não informa sozinha idade, viabilidade ou tratamento obrigatório.
Na avaliação complementar, a tomografia ajuda a compreender impacção e cominuição. O objetivo é distinguir uma cabeça partida de uma cabeça apenas inclinada ou afundada, porque são problemas articulares diferentes.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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