Na fratura proximal do úmero, o padrão de indicação principal para haste intramedular bloqueada é
- head-split.
- varo com ambos os tubérculos fraturados.
- colo cirúrgico com extensão diafisária, sem tubérculos envolvidos.
- fratura articular com separação da cabeça e de ambos os tubérculos.
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Conceito-chave
A haste é uma opção especialmente adequada quando o problema principal acompanha o eixo do osso: colo cirúrgico desviado, sobretudo com extensão para a diáfise, sem envolvimento dos tubérculos. Nesse padrão, a montagem intramedular conecta os segmentos ao longo do úmero sem depender de reconstruir uma superfície articular partida.
Os tubérculos e a cabeça mudam essa lógica. O capítulo admite alguns padrões com tubérculo maior, mas descreve piora dos resultados com os dois tubérculos envolvidos; não indica a haste para cabeça partida nem para varo posteromedial com ambos os tubérculos fraturados. A escolha não deve ser reduzida a “quanto mais fragmentos, mais forte precisa ser a haste” (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Haste intramedular”).
A redução continua decisiva e deve preceder a preparação da entrada. O implante não corrige sozinho um padrão mal compreendido. Consulte essa seção no resumo da Biblioteca para relacionar indicação e limites da técnica.
Por que esta questão foi criada. Para definir a principal indicação da haste pelo padrão anatômico e separar extensão diafisária de envolvimento articular complexo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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