No acesso transdeltoideo para fratura proximal do úmero, a estrutura a identificar e proteger se a divisão ultrapassar 5 cm é o nervo
- axilar.
- supraescapular.
- musculocutâneo.
- subescapular inferior.
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Conceito-chave
A via transdeltoidea divide a rafe entre as porções anterior e média do deltoide. Ela oferece acesso à face lateral do úmero e ao tubérculo maior, mas a dissecção se aproxima do nervo axilar, que percorre a face profunda do músculo.
O nervo inerva deltoide e redondo menor e passa do espaço quadrangular para a região sob o deltoide. Sua distância ao acrômio varia. Por isso, o capítulo orienta identificá-lo e protegê-lo se a divisão ultrapassar 5 cm, em vez de interpretar esse número como uma garantia absoluta de segurança sem avaliação anatômica. Na técnica com placa, ela passa por baixo do nervo, com janelas para parafusos acima e abaixo (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Via transdeltoide”).
Uma sutura no fim da divisão ajuda a impedir que ela se prolongue durante o procedimento. O objetivo é manter a exposição necessária sem comprometer a inervação do músculo que a própria via atravessa. O resumo da Biblioteca relaciona o trajeto do axilar a esse risco cirúrgico.
Por que esta questão foi criada. Para aprofundar a segurança da via anterolateral estendida cobrada no CET-PR, ligando o comprimento da divisão ao trajeto do nervo axilar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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