Na fratura proximal do úmero com dor que impede abdução, a incidência axilar obtida com tipoia e inclinação posterior é a de
- NEER.
- CODMAN.
- GRASHEY.
- VELPEAU.
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Conceito-chave
A incidência axilar é importante para conferir a relação entre cabeça umeral e glenoide, mas a dor da fratura pode impedir a posição habitual. A solução descrita na pergunta mantém o braço na tipoia e muda a inclinação do tronco: o paciente se inclina para trás, enquanto o raio desce na vertical. Essa é a axilar de Velpeau.
A modificação de Codman também é uma alternativa quando não se consegue abduzir, mas o paciente se inclina para frente, como no exercício pendular. Neer e Grashey nomeiam outras projeções da série: perfil em Y e AP da escápula, respectivamente. O detalhe que decide aqui é para onde o paciente inclina o corpo (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Radiografias e tomografia”).
Na prática, adaptar a incidência permite avaliar o alinhamento articular sem depender de uma abdução dolorosa. O resumo da Biblioteca descreve as quatro projeções da série e essas adaptações.
Por que esta questão foi criada. Para distinguir as adaptações de Velpeau e Codman quando a dor impede a abdução necessária ao posicionamento habitual.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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