Na AO clássica, a fratura extra-articular bifocal do colo cirúrgico com um tubérculo deslocado, sem impacção ou luxação, é
- 11A3.
- 11B1.
- 11B2.
- 11B3.
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Conceito-chave
Na AO clássica, primeiro se identifica o segmento ósseo: 11 é o úmero proximal. Depois vem o padrão. A significa fratura extra-articular unifocal, B extra-articular bifocal e C fratura articular da cabeça ou do colo anatômico.
A questão já informa dois focos: colo cirúrgico e um tubérculo desviado. Isso coloca a lesão no grupo B. Dentro dele, a diferença decisiva é a relação metafisária: B1 tem impacção; B2 não tem impacção; B3 associa luxação. Como o enunciado exclui impacção e luxação, resta 11B2 (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “AO/OTA: o número 11 e as três letras”).
Essa leitura em sequência é mais segura que decorar códigos isolados. Também é preciso respeitar a versão solicitada: a revisão AO/OTA de 2018 reorganizou os grupos; não se devem misturar as definições entre versões. O resumo da Biblioteca apresenta a tabela clássica usada aqui.
Por que esta questão foi criada. Para decompor o código 11B2 cobrado no TEOT 2022 e distinguir impacção, segundo foco e luxação na AO clássica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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