Na classificação de NEER, os desvios mínimos que definem um segmento deslocado são
- 8 mm ou 45 graus.
- 1 cm ou 20 graus.
- 1 cm ou 45 graus.
- 1 cm ou 60 graus.
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Conceito-chave
Contar traços de fratura não é o mesmo que contar partes na classificação de Neer. Os quatro segmentos de referência são cabeça, tubérculo maior, tubérculo menor e diáfise. Um segmento passa a contar como parte desviada quando apresenta pelo menos 1 cm de translação ou pelo menos 45° de angulação.
O “ou” é essencial: não é preciso atingir os dois critérios juntos. Também é possível haver vários traços e ainda classificar como uma parte, se nenhum segmento alcançar os limites. A classificação organiza o desvio dos segmentos, não o número de linhas vistas na radiografia (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Os quatro segmentos de Codman e Neer”).
Esses valores foram escolhidos arbitrariamente na origem da classificação e não foram definidos como indicação automática de cirurgia. O tratamento precisa considerar padrão, estabilidade e paciente. Leia essa seção no resumo da Biblioteca para separar classificação e decisão terapêutica.
Por que esta questão foi criada. Para diferenciar segmento, traço e parte desviada em Neer, evitando transformar os limites classificatórios em indicação obrigatória de cirurgia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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