Na avaliação eletromiográfica após fratura do úmero proximal, os dois nervos mais afetados são, respectivamente,
- axilar; supraescapular.
- supraescapular; axilar.
- axilar; musculocutâneo.
- musculocutâneo; axilar.
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Conceito-chave
A eletromiografia pode detectar lesões que o exame inicial, limitado por dor, não mostra claramente. No capítulo, os nervos mais acometidos são o axilar, em 58%, e o supraescapular, em 48%, nessa ordem. As lesões combinadas são frequentes, por isso esses percentuais não representam grupos mutuamente exclusivos.
O axilar está exposto a tração, contusão ou lesão pela diáfise desviada medialmente. Sua avaliação clínica inclui sensibilidade na face lateral do braço e palpação do deltoide durante contração isométrica, sem exigir uma grande elevação dolorosa. O musculocutâneo tem relação cirúrgica importante com o tendão conjunto, mas não ocupa o segundo lugar dessa frequência (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Nervos”).
O resumo da Biblioteca permite relacionar esses achados ao exame e aos riscos da exposição cirúrgica.
Por que esta questão foi criada. Para aprofundar o par de nervos cobrado no SBOT-SP e separar frequência eletromiográfica, déficit clínico e risco cirúrgico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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