Na fratura em três partes com tubérculo maior separado e menor unido à cabeça, a ação do subescapular produz
- rotação interna da cabeça.
- rotação externa da cabeça.
- desvio anteromedial da diáfise.
- desvio posteromedial do tubérculo maior.
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Conceito-chave
O tubérculo maior está separado, mas o tubérculo menor continua unido à cabeça. Isso define qual músculo ainda consegue girar diretamente o bloco articular: o subescapular, preso ao tubérculo menor, produz rotação interna da cabeça.
Pense no conjunto cabeça-tubérculo como uma peça que conserva uma das inserções do manguito e perde a outra. Se, ao contrário, o tubérculo menor fosse o fragmento solto e o maior permanecesse ligado à cabeça, o manguito posterossuperior a levaria para rotação externa e abdução. A cabeça segue a inserção que continua ligada a ela (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Quem puxa para onde”).
Não confunda essa rotação com o movimento da diáfise pelo peitoral maior nem com o desvio do próprio tubérculo maior separado. Ler qual estrutura continua conectada evita decorar uma direção sem compreender o padrão. Essa comparação está no resumo da Biblioteca.
Por que esta questão foi criada. Para explicar o padrão em três partes com tubérculo maior separado, cobrado no SBOT-SP e no TARO 2009, pela inserção que permanece ligada à cabeça.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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