Na fratura isolada do tubérculo menor do úmero, a direção do desvio e o músculo responsável são
- medial; subescapular.
- medial; peitoral maior.
- posteromedial; infraespinal.
- anteromedial; peitoral maior.
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Conceito-chave
No tubérculo menor, o fragmento ósseo continua ligado ao subescapular. Quando se separa do restante do úmero, a tração desse músculo o desloca para medial. A fratura funciona como uma avulsão através do osso, em vez de uma ruptura isolada do tendão.
A forma mais útil de organizar os desvios é perguntar qual músculo permanece preso a qual fragmento. O tubérculo maior isolado vai para trás e medial pelo manguito posterossuperior. Já o peitoral maior desloca a diáfise para anterior e medial na fratura do colo cirúrgico. São alvos ósseos diferentes, embora duas descrições usem a palavra “medial” (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Quem puxa para onde”).
Se o tubérculo menor consolida desviado, pode haver bloqueio da rotação interna e fraqueza do subescapular. Assim, reconhecer a força deformante ajuda também a compreender a sequela. O resumo da Biblioteca aproxima esses mecanismos das complicações dos tubérculos.
Por que esta questão foi criada. Para retomar o desvio do tubérculo menor cobrado no TARO 2018 e distingui-lo do desvio da diáfise pelo peitoral maior.
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