Na imagem a seguir, a estrutura do plexo braquial assinalada pelas setas é o nervo:

- Ulnar.
- Radial.
- Mediano.
- Musculocutâneo.
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Conceito-chave
As setas acompanham um ramo que sai do plexo braquial em direção ao compartimento anterior do braço, no trajeto do musculocutâneo. Ele nasce do fascículo lateral e segue para o coracobraquial, bíceps e braquial. Sua continuação sensitiva é o nervo cutâneo lateral do antebraço.
O reconhecimento em uma dissecção exige seguir continuidade e destino. O mediano se forma pela união de raízes dos fascículos lateral e medial e acompanha o eixo vascular do braço. O ulnar segue medialmente e passa atrás do epicôndilo medial. O radial, proveniente do fascículo posterior, dirige-se ao compartimento posterior e ao sulco do úmero.
A questão não pode ser resolvida apenas associando cor amarela a nervo ou pela posição de uma seta isolada. As duas setas ajudam a seguir o mesmo trajeto. Essa anatomia também explica déficits: perda de flexão e supinação pode ocorrer em lesão musculocutânea, enquanto as funções distais da mão dependem principalmente dos outros ramos terminais.
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