O acesso antero lateral estendido do ombro é utilizado para
- tenodese bíceps.
- fixação do úmero proximal com placa.
- artroplastia total do ombro.
- reparo do manguito rotador.
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Conceito-chave
Para colocar uma placa na face lateral do úmero proximal, a via anterolateral estendida, ou transdeltoide, oferece acesso direto ao tubérculo maior e à superfície onde o implante será aplicado. Essa é a indicação da alternativa B.
O acesso aproveita a rafe entre as porções anterior e média do deltoide, começando no canto anterolateral do acrômio. O ganho de exposição tem um preço anatômico: o nervo axilar cruza a região. Se a divisão ultrapassar 5 cm, ele deve ser identificado e protegido; uma sutura de reparo limita a extensão inadvertida da incisão. Na placa, o resumo descreve dissecção do nervo e passagem do implante por baixo dele, trabalhando em janelas acima e abaixo (Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Via transdeltoide”).
A melhor via depende de onde está a lesão. Na fratura-luxação anteroinferior, a cabeça é retirada com mais segurança pela deltopeitoral. Esta também é a via mais usada para placa e prótese. Logo, a transdeltoide é uma opção específica útil para fixação lateral, sem ser obrigatória em toda fratura.
Tenodese do bíceps e reparo do manguito são outros objetivos cirúrgicos. O enunciado não pede se algum acesso lateral pode ser utilizado em cirurgias do ombro; pede a aplicação da via estendida descrita para expor o osso e colocar a placa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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