Nas lesões traumáticas supraclaviculares do plexo braquial, o tipo mais comum acomete
- C5 a C7, em aproximadamente 20 a 35% dos pacientes;
- C5 a T1 (lesão pan-plexo), em 20 a 35% dos pacientes;
- C5 a C7, em aproximadamente 50 a 75% dos pacientes;
- C5 a T1 (lesão pan-plexo), em 50 a 75% dos pacientes.
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Conceito-chave
Esta prova (PUC-SP 2023) não tem gabarito oficial confiável no acervo; a resposta indicada é a que a bibliografia sustenta.
Nas lesões traumáticas supraclaviculares do plexo braquial no adulto (geralmente por acidente de moto, com tração violenta), a forma mais comum é a lesão total (pan-plexo, C5 a T1), presente em cerca de 50% a 75% dos pacientes.
Padrões de lesão supraclavicular
| Padrão | Frequência aproximada | Quadro |
|---|---|---|
| Pan-plexo (C5 a T1) | 50% a 75% | Membro flácido e anestésico; frequentemente avulsões das raízes inferiores (Horner) |
| C5 e C6 (± C7) | 20% a 35% | Ombro e flexão do cotovelo (± extensão de punho e dedos) |
| C8 e T1 isoladas | Rara | Mão (Klumpke) |
Pré x pós-ganglionar
- pré-ganglionar (avulsão): a raiz é arrancada da medula; não é reparável por enxerto; sinais: Horner, paralisia do serrátil e dos romboides, frênico, pseudomeningocele, dor neuropática intensa, condução sensitiva preservada;
- pós-ganglionar (ruptura): reparável por enxerto, se houver coto proximal.
Estratégia cirúrgica (resumo)
Prioridades: flexão do cotovelo > estabilidade e abdução do ombro > sensibilidade da mão > função da mão. Ferramentas: enxertos de raízes disponíveis, transferências nervosas (acessório → supraescapular, intercostais → musculocutâneo, frênico, hemi-C7 contralateral) e transferências musculares livres funcionais (grácil), idealmente nos primeiros 3 a 6 meses.
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