A instabilidade rotacional posteromedial em varo resulta da fratura de qual estrutura do processo coronoide?
- Ponta.
- Base.
- Fossa.
- Faceta Anteromedial.
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Conceito-chave
A pergunta pede o lugar exato do coronoide que quebra quando o cotovelo fica instável em varo, com a ulna girando para trás e para dentro. Para responder, vale entender por que o lugar da fratura conta o mecanismo.
O coronoide visto por O'Driscoll. A classificação de Regan e Morrey olha a altura do fragmento. A de O'Driscoll, apresentada no Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40), olha o lugar, e o lugar denuncia a força que agiu: a ponta (tipo I) se associa à tríade terrível; a faceta anteromedial (tipo II) à instabilidade rotatória posteromedial em varo; a base (tipo III) às fraturas-luxações do olécrano e da ulna proximal.
Como a faceta anteromedial quebra. O mecanismo é pronação, varo e carga axial. O úmero roda sobre a ulna em varo, e a tróclea esmaga a parte anteromedial do coronoide. Quase sempre o colateral lateral é arrancado junto, e às vezes o feixe posterior do medial. Pense numa porta que abre para dentro: o canto interno do batente é o que leva a pancada.
A pista na imagem. Diferente da tríade, aqui a cabeça do rádio quase nunca fratura. Um coronoide fraturado com a cabeça do rádio intacta deve fazer pensar na faceta anteromedial. Como os sinais na radiografia são discretos, o capítulo recomenda tomografia com reconstrução 3D de rotina.
| Lugar (O'Driscoll) | Padrão de instabilidade |
|---|---|
| Ponta (I) | Tríade terrível, posterolateral |
| Faceta anteromedial (II) | Posteromedial em varo |
| Base (III) | Fratura-luxação do olécrano |
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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