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Questão de Fraturas do cotovelo e antebraço (PUC-SP 2022)

Ombro e cotoveloFraturas do cotovelo e antebraçoPUC-SP 2022

A instabilidade rotacional posteromedial em varo resulta da fratura de qual estrutura do processo coronoide?

  1. Ponta.
  2. Base.
  3. Fossa.
  4. Faceta Anteromedial.
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Gabarito: D · Faceta Anteromedial.

Conceito-chave

A pergunta pede o lugar exato do coronoide que quebra quando o cotovelo fica instável em varo, com a ulna girando para trás e para dentro. Para responder, vale entender por que o lugar da fratura conta o mecanismo.

O coronoide visto por O'Driscoll. A classificação de Regan e Morrey olha a altura do fragmento. A de O'Driscoll, apresentada no Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40), olha o lugar, e o lugar denuncia a força que agiu: a ponta (tipo I) se associa à tríade terrível; a faceta anteromedial (tipo II) à instabilidade rotatória posteromedial em varo; a base (tipo III) às fraturas-luxações do olécrano e da ulna proximal.

Como a faceta anteromedial quebra. O mecanismo é pronação, varo e carga axial. O úmero roda sobre a ulna em varo, e a tróclea esmaga a parte anteromedial do coronoide. Quase sempre o colateral lateral é arrancado junto, e às vezes o feixe posterior do medial. Pense numa porta que abre para dentro: o canto interno do batente é o que leva a pancada.

A pista na imagem. Diferente da tríade, aqui a cabeça do rádio quase nunca fratura. Um coronoide fraturado com a cabeça do rádio intacta deve fazer pensar na faceta anteromedial. Como os sinais na radiografia são discretos, o capítulo recomenda tomografia com reconstrução 3D de rotina.

Lugar (O'Driscoll)Padrão de instabilidade
Ponta (I)Tríade terrível, posterolateral
Faceta anteromedial (II)Posteromedial em varo
Base (III)Fratura-luxação do olécrano

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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