As lesões parciais do tendão do supra-espinal são mais freqüentes em sua face articular, apesar de ser menor a vascularização na face bursal.
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Conceito-chave
Onde a ruptura parcial aparece. No tendão do supraespinal, lesões parciais da face articular são mais frequentes que as da face bursal. A superfície articular fica voltada à cabeça umeral; a bursal, ao espaço subacromial. Uma lesão parcial não atravessa toda a espessura do tendão e pode estar em qualquer uma dessas faces ou ser intratendínea.
O problema da justificativa. A frase acerta a maior frequência articular, mas inverte a comparação vascular. A região profunda, voltada à articulação, é tradicionalmente descrita como relativamente menos vascularizada e sujeita a maior tensão; a face bursal não é a menos vascularizada nessa comparação. Além da perfusão, diferenças de carga mecânica e de arquitetura das fibras contribuem para o padrão de lesão.
Como isso orienta a leitura da imagem. Na ressonância ou artroscopia, é importante descrever qual superfície está envolvida e a profundidade aproximada, pois uma lesão articular pode não ser visível olhando apenas pelo espaço subacromial. A chamada lesão PASTA é uma avulsão parcial da face articular do supraespinal na sua inserção.
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