A capsulite adesiva do ombro é mais frequente em pacientes acometidos por
- diabetes tipo I.
- diabetes tipo II.
- doença da tireoide.
- insuficiência coronariana.
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Conceito-chave
O ombro perde movimento passivo. Na capsulite adesiva, a cápsula glenoumeral inflama e fibrosa, com retração importante no intervalo rotador. O sinal clínico decisivo é a limitação tanto ativa quanto passiva, geralmente mais evidente na rotação externa. Isso ajuda a separá-la de uma ruptura isolada do manguito, na qual a perda de força pode superar a restrição passiva.
Diabetes é a associação forte. Alterações metabólicas e fibrose tornam a capsulite muito mais frequente em pessoas com diabetes do que na população sem a doença. Tanto o tipo I quanto o tipo II aumentam o risco; duração da doença e outros fatores podem influenciar as estimativas. Doença tireoidiana também é associação conhecida. Como a evidência não sustenta afirmar com segurança que o tipo I é sempre mais acometido, o gabarito A precisa da ressalva acima.
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