A estrutura apontada pela seta na imagem a seguir corresponde ao ligamento

- anular.
- transverso.
- colateral lateral ulnar.
- colateral lateral radial.
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Conceito-chave
A seta indica o ligamento colateral ulnar lateral, a banda do complexo lateral que chega à ulna na crista do supinador. O nome contém duas informações que precisam ser mantidas juntas: ele pertence ao lado lateral do cotovelo e tem inserção ulnar. Não é o colateral medial, que também pode ser chamado de colateral ulnar (Rockwood adultos, 10ª ed., cap. 40, lado lateral).
O complexo lateral reúne três componentes descritos no resumo: colateral radial, anular e colateral ulnar lateral. O anular envolve a cabeça do rádio e se prende nas margens da incisura radial da ulna. O colateral radial parte do epicôndilo lateral e se mistura ao anular. O colateral ulnar lateral passa por trás do radial e segue até a crista do supinador. No desenho, a faixa apontada pode ser seguida do úmero à ulna; não se limita a contornar a cabeça radial.
Em conjunto, essas estruturas resistem ao varo e à rotação posterolateral. A falha do colateral ulnar lateral é especialmente associada à instabilidade rotatória posterolateral: rádio e ulna giram juntos em supinação sobre o úmero, e a cabeça radial subluxa para trás do capítulo. Reconhecer sua inserção ajuda a entender por que uma lesão lateral pode produzir instabilidade de todo o antebraço, apesar de a imagem destacar a cabeça radial.
A pronação tende a estabilizar o cotovelo quando o complexo lateral está insuficiente, enquanto a supinação reproduz o movimento desestabilizador. Essa relação orienta a avaliação e a proteção do cotovelo, mas não permite diagnosticar uma ruptura apenas pelo desenho anatômico. Aqui a tarefa é identificar a banda apontada, não afirmar que ela está lesada.
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