A figura acima representa a incidência radiográfica de

- HOBBS.
- HEINIG.
- SERENDIPITY.
- STRYKER "notch".
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Conceito-chave
As incidências da esternoclavicular. A articulação esternoclavicular é difícil de ver na radiografia comum, pela sobreposição de costelas, vértebras e mediastino. Por isso existem incidências próprias. A Heinig é um perfil oblíquo da articulação: o paciente em decúbito dorsal, o tubo posicionado ao lado, com o raio tangente à esternoclavicular e paralelo à clavícula oposta, o chassi do outro lado. Ela mostra a relação anteroposterior entre a clavícula e o manúbrio.
As outras incidências. A Hobbs: o paciente sentado, inclinado sobre o chassi na mesa, com o raio vindo de cima (posteroanterior), mostrando o deslocamento anterior ou posterior da clavícula medial. A Serendipity (Rockwood): paciente em decúbito dorsal, raio com 40 graus cefálicos, centrado no manúbrio; compara as duas clavículas, e a que está mais alta está luxada anteriormente, e a mais baixa, posteriormente. A Stryker notch é do ombro, para o Hill-Sachs e o coracoide.
Por que isso importa. A luxação posterior da esternoclavicular pode comprimir traqueia, esôfago, grandes vasos e o plexo, e exige diagnóstico rápido. Hoje a tomografia é o exame de escolha, com angiotomografia quando há suspeita vascular. A redução fechada é tentada nas primeiras 48 a 72 horas, com cirurgião torácico ou vascular disponível; se falhar ou a lesão for antiga, redução aberta e estabilização com enxerto. Em menores de 25 anos, lembrar que pode ser descolamento epifisário da clavícula medial.
Na prova: incidências da esternoclavicular: Heinig, Hobbs e Serendipity (40 graus cefálicos); Stryker é do ombro.
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