O sinal da tangente descrito por ZANETTI é avaliado no nível correspondente à linha

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Conceito-chave
O sinal da tangente. Descrito por Zanetti, avalia a atrofia do supraespinal na ressonância. Usa o corte sagital oblíquo mais lateral em que a espinha da escápula encosta no corpo da escápula, formando o Y (o mesmo corte usado para Goutallier e Thomazeau). Traça-se uma linha que passa pelas bordas superiores da espinha e do coracoide. Se o ventre do supraespinal não cruza essa linha, o sinal é positivo: há atrofia importante.
O que o sinal significa. Um sinal da tangente positivo indica atrofia avançada, que se associa a lesões grandes, crônicas e retraídas, maior chance de lesão irreparável e pior cicatrização. Diferente da infiltração gordurosa, a atrofia pode melhorar em parte após um reparo bem-sucedido, mas o sinal positivo continua sendo mau prognóstico.
Os parâmetros do músculo. A atrofia é medida pelo sinal da tangente e pela razão de ocupação de Thomazeau (área do supraespinal sobre a área da fossa: acima de 0,6 normal, 0,4 a 0,6 moderada, abaixo de 0,4 grave). A infiltração gordurosa é graduada por Goutallier (0 a 4). A retração do tendão, por Patte, no corte coronal.
Por que o corte importa. Cortes mais mediais mostram o músculo mais volumoso e superestimam o tamanho; cortes mais laterais, próximos à junção musculotendínea, dão a falsa impressão de atrofia, sobretudo quando o tendão está retraído e o ventre se desloca medialmente. Por isso a padronização no corte em Y.
Na prova: sinal da tangente de Zanetti: corte sagital em Y, linha pela borda superior da espinha e do coracoide; músculo abaixo da linha = atrofia.
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