Na avaliação do cotovelo pela escala MEPS (Mayo Elbow Performance Score), fazem parte as variáveis
- dor, força e estabilidade.
- dor, força e atividades diárias.
- mobilidade, dor e estabilidade.
- mobilidade, força e atividades diárias.
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Conceito-chave
O MEPS. O Mayo Elbow Performance Score é o escore mais usado para o cotovelo. Soma 100 pontos em quatro domínios, preenchidos pelo médico: dor, mobilidade, estabilidade e função nas atividades diárias. É curto, rápido e muito pesado na dor.
A distribuição dos pontos. Dor: 45 pontos (nenhuma 45, leve 30, moderada 15, intensa 0), quase metade do total. Mobilidade: 20 pontos, pelo arco de flexoextensão (acima de 100 graus, 20; de 50 a 100, 15; abaixo de 50, 5). Estabilidade: 10 pontos (estável 10, instabilidade moderada 5, grosseira 0). Função: 25 pontos, 5 para cada tarefa: pentear o cabelo, alimentar-se, higiene pessoal, vestir a camisa e calçar os sapatos. A força não entra.
Como se lê o resultado. Excelente: 90 ou mais. Bom: 75 a 89. Regular: 60 a 74. Ruim: abaixo de 60. Como a dor pesa tanto, um paciente sem dor com arco modesto pode ter nota boa.
Os outros escores do cotovelo. O DASH (e o QuickDASH) é autoaplicado e avalia o membro superior inteiro, não só o cotovelo. O ASES do cotovelo e o Oxford Elbow Score são respondidos pelo paciente. O Broberg e Morrey é usado para fraturas e inclui força e mobilidade. Saber que o MEPS não mede força resolve boa parte das questões.
Na prova: MEPS = dor (45), mobilidade (20), estabilidade (10) e função (25); força não faz parte.
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