Na lesão aguda do peitoral maior, é complicação do tratamento cirúrgico, com respectiva frequência,
- neuropatia, de 15%.
- hematoma, de 15%.
- dor persistente, de 20%.
- nova ruptura, menor que 5%.
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Conceito-chave
A ruptura do peitoral maior é uma lesão típica de homens jovens que fazem musculação, quase sempre no supino, na descida da barra. Nas rupturas completas do tendão em pessoas ativas, a cirurgia para reinserir o tendão no úmero tem resultados notavelmente bons, e é isso que a questão cobra pelo avesso: as complicações existem, mas são pouco frequentes.
A nova ruptura depois do reparo agudo (feito nas primeiras semanas) fica abaixo de 5% nas séries publicadas. Três fatores explicam esse número baixo.
O tecido é bom. No reparo agudo, o tendão ainda tem qualidade e pode ser fixado no lugar certo. Já nas lesões antigas, o tendão retrai, muitas vezes é preciso usar enxerto e os resultados são piores.
A fixação é forte. Âncoras e botões corticais presos na crista do úmero seguram bem.
O músculo é saudável. Diferente do manguito rotador, em que o músculo pode ser invadido por gordura de forma irreversível, o peitoral do jovem que rompe no esporte é um músculo sadio, que volta a funcionar.
As outras complicações (hematoma, lesão de nervo, dor persistente) também ocorrem, mas em frequências bem menores que as sugeridas nas alternativas.
Quando a lesão não é operada, o paciente pode ficar com perda de força para aproximar o braço do corpo e rodá-lo para dentro, além da alteração estética na borda da frente da axila. Por isso, no jovem ativo com ruptura completa, a cirurgia precoce é a recomendação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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