Na instabilidade rotatória posterolateral do cotovelo, a manobra diagnóstica consiste em
- Carga axial, com estresse em valgo e antebraço pronado.
- Carga axial, com estresse em valgo e antebraço supinado.
- Carga torcional, com estresse em varo e antebraço pronado.
- Carga torcional, com estresse em varo e antebraço supinado.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A manobra diagnóstica procura reproduzir o padrão que o lateral insuficiente deixa acontecer. Na instabilidade rotatória posterolateral, rádio e ulna giram juntos em supinação sobre o úmero e a cabeça radial subluxa posteriormente ao capítulo. A combinação provocativa é carga axial, valgo e supinação.
Cada componente tem um papel: a carga axial comprime o conjunto; o valgo e a supinação participam do padrão rotatório clássico. A pronação tende a compensar parcialmente a deficiência lateral, portanto é usada como proteção e não como a rotação que melhor reproduz essa instabilidade.
É preciso distinguir a provocação da reabilitação. Um movimento apropriado para revelar a instabilidade sob exame controlado pode ser justamente aquele que se evita durante a recuperação. Não há contradição entre testar em supinação e proteger com pronação; os objetivos são diferentes.
A comparação com o padrão posteromedial ajuda: nele, o mecanismo é varo, pronação e carga axial e a faceta anteromedial do coronoide costuma estar fraturada. Escolher um teste apenas porque contém a palavra “rotação” ignora qual instabilidade se quer reproduzir.
Na Biblioteca, leia “Instabilidade rotatória posterolateral crônica” e o bloco de questões associado. Compare depois com “A pronação protege o lado lateral”: uma seção descreve o problema e a outra explica a posição que o compensa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo