A dissociação escapulotorácica consiste em desvio lateral da escápula associado à fratura:
- Do acrômio.
- Da glenoide.
- Da clavícula.
- Do coracoide.
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Conceito-chave
A dissociação escapulotorácica pode apresentar escápula deslocada lateralmente e fratura da clavícula com fragmentos afastados. É a falha em tensão da cintura escapular, produzida quando o braço é tracionado violentamente para longe do tronco.
Isso difere da fratura comum em que o peso do braço e os músculos aproximam os segmentos e produzem encurtamento. Aqui, a fratura distraída, em vez de cavalgada, é uma pista de mecanismo e gravidade. A falha pode ocorrer também na esternoclavicular ou na acromioclavicular; a alternativa da questão identifica o elo ósseo correspondente.
O perigo não fica restrito ao osso: a lesão pode acompanhar tração do plexo e comprometimento vascular, ameaçando membro e vida. Exame neurovascular documentado é obrigatório. O resumo recomenda investigar sinais vasculares e, se o membro for salvo, estabilizar a cintura, geralmente com placa na clavícula, para favorecer a recuperação dos tecidos.
Não confundir com ombro flutuante. A combinação clássica de clavícula e colo da escápula é uma dupla interrupção do complexo suspensório, mas a dissociação descrita aqui enfatiza afastamento lateral por tração. Uma fratura da glenoide não substitui essa interpretação de lesão dos tecidos e vasos.
Leia “Lesões agudas” e “Ombro flutuante”, na Biblioteca. O desvio pode informar mais sobre a energia e a ameaça neurovascular do que a contagem de fraturas.
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