Na via de THOMPSON para acesso da região proximal do rádio, o plano de dissecção deve ser entre os músculos:
- Extensor radial longo do carpo e extensor comum dos dedos.
- Extensor radial curto do carpo e extensor comum dos dedos.
- Extensor radial longo do carpo e extensor longo do polegar.
- Extensor radial curto do carpo e extensor longo do polegar.
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Conceito-chave
No rádio proximal, Thompson passa entre extensor radial curto do carpo e extensor comum dos dedos. A via posterolateral prolonga distalmente o intervalo de Kaplan. Ao descer, o parceiro do radial curto muda: no distal passa a ser o extensor longo do polegar. O enunciado delimita proximal, de modo que trocar esses parceiros inverte a anatomia solicitada.
A incisão vai do epicôndilo lateral ao tubérculo de Lister. Encontrar o intervalo de distal para proximal é facilitado pelos músculos do polegar que emergem entre os extensores. No proximal, o supinador recobre o rádio e contém o interósseo posterior, que precisa ser protegido; quando cabeça e colo devem ser expostos, o resumo recomenda identificá-lo cuidadosamente.
O plano não é internervoso apenas porque há dois músculos separados. O radial curto recebe ramo profundo do radial, e os demais componentes são do interósseo posterior. Conhecer essa relação evita supor que seguir um intervalo superficial torna a exposição profunda automaticamente segura.
Na Biblioteca, leia “Rádio por trás: Thompson” e acompanhe o percurso de distal para proximal. O ponto de prova ganha utilidade quando a localização do intervalo leva também à proteção do nervo.
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