Na imagem a seguir, a estrutura indicada pela seta é o nervo:

- Ulnar.
- Axilar.
- Radial.
- Musculocutâneo.
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Conceito-chave
O nervo axilar. É um dos dois ramos terminais do fascículo posterior, com o radial, e carrega fibras de C5 e C6. Nasce atrás da artéria axilar, desce sobre a face anterior do subescapular, contorna sua borda inferior perto da cápsula anteroinferior e entra no espaço quadrangular com a artéria circunflexa posterior. Contorna o colo cirúrgico por trás e se divide em ramo posterior (redondo menor, deltoide posterior e cutâneo lateral superior do braço) e anterior (deltoide médio e anterior).
Como separar dos vizinhos. O radial, o outro ramo terminal do fascículo posterior, é mais grosso, desce atrás da artéria e sai pelo intervalo triangular, abaixo do redondo maior, para o sulco espiral. O musculocutâneo, do fascículo lateral, perfura o coracobraquial e desce entre bíceps e braquial. O ulnar, do fascículo medial, desce pela face medial do braço, atrás do septo intermuscular medial.
Os pontos de risco. Na via deltopeitoral, na borda inferior do subescapular: a regra do "tug test" (puxar o nervo suavemente com o dedo) ajuda a localizá-lo. Na via que divide o deltoide, a cerca de 5 a 7 cm do acrômio. Na artroscopia, nas suturas capsulares inferiores e na liberação do recesso axilar. No trauma, na luxação anterior e na fratura do colo cirúrgico.
O quadro. Fraqueza na abdução e na rotação externa (redondo menor) e hipoestesia na face lateral do ombro (o "distintivo do regimento"). O teste sensitivo isolado é pouco confiável; a força do deltoide e a eletroneuromiografia são mais úteis.
Na prova: o nervo que contorna a borda inferior do subescapular e entra no espaço quadrangular é o axilar, ramo terminal do fascículo posterior.
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