Na luxação rotatória póstero-lateral do cotovelo, a lesão capsuloligamentar segue de
- anterior para posterior.
- posterior para anterior.
- medial para lateral.
- lateral para medial.
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Conceito-chave
O sentido clássico é uma progressão em anel do lado lateral ao medial. Primeiro falha o complexo colateral lateral, depois a cápsula e, por último, o colateral medial. Essa é a organização descrita por O'Driscoll para o modelo da luxação rotatória posterolateral, conhecida nas provas como círculo de Horii.
O nome do movimento e a ordem das lesões são informações relacionadas, mas diferentes. “Posterolateral” descreve a instabilidade; não significa que a sequência de ruptura seja simplesmente de posterior para anterior. A pergunta cobra o lado de início e o lado de chegada do anel capsuloligamentar.
O medial pode permanecer íntegro em algumas luxações do modelo. Além disso, o resumo apresenta evidência mais recente de lesões que parecem começar medialmente. Assim, a sequência clássica não deve ser imposta como descrição universal de toda luxação observada.
O raciocínio também explica o tratamento: se a articulação reduzida fica estável, reparo ligamentar de rotina não é necessário. Quando se opera, o roteiro começa pelo lateral e só inclui o medial se a instabilidade persistir após a reconstrução inicial.
Na Biblioteca, leia o mecanismo da luxação simples e seu parágrafo de ressalva. Distinguir direção do deslocamento, sentido da ruptura e indicação de reparo evita transformar três perguntas diferentes numa única frase decorada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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