Na fossa cubital, as quatro estruturas presentes de lateral para medial são o
- nervo cutâneo lateral do antebraço, o tendão do músculo bíceps braquial, o nervo mediano e a artéria braquial
- nervo cutâneo lateral do antebraço, o tendão do músculo bíceps braquial, a artéria braquial e o nervo mediano
- tendão do músculo bíceps braquial, o nervo cutâneo lateral do antebraço, o nervo mediano e a artéria braquial
- tendão do músculo bíceps braquial, o nervo cutâneo lateral do antebraço, a artéria braquial e o nervo mediano
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Conceito-chave
A fossa cubital é a dobra da frente do cotovelo, um triângulo com três limites: do lado de fora, o músculo braquiorradial; do lado de dentro, o pronador redondo; e em cima, uma linha imaginária entre os dois epicôndilos. O fundo é formado pelos músculos braquial e supinador. Por cima, como um teto, passa uma lâmina fibrosa que sai do bíceps, o lacertus fibroso, que protege o que está embaixo. É por isso que a punção da veia na dobra do cotovelo, que fica acima dessa lâmina, costuma ser segura.
O conteúdo da fossa, de fora para dentro (de lateral para medial), segue uma ordem que vale decorar:
O nervo cutâneo lateral do antebraço, a parte final e sensitiva do nervo musculocutâneo, que sai ao lado de fora do tendão do bíceps e vai dar sensibilidade à pele do lado de fora do antebraço.
O tendão do bíceps, a corda firme que se sente no meio da dobra quando se faz força para dobrar o braço.
A artéria braquial, logo ao lado de dentro do tendão. É ali que se coloca o estetoscópio para medir a pressão. Pouco abaixo, ela se divide em artéria radial e ulnar.
O nervo mediano, o mais medial de todos.
Para as três estruturas centrais existe um mnemônico em português: TAN, de Tendão, Artéria e Nervo, de fora para dentro.
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