Na confecção do fixador externo articulado, o centro de rotação é representado pelas letras

- A, C e F.
- A, E e G.
- B, C e G
- B, D e F.
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Conceito-chave
Para que serve o fixador articulado. No cotovelo instável após luxação complexa, tríade terrível, luxação crônica reduzida, liberação de rigidez extensa ou artroplastia de interposição, o fixador externo articulado mantém a articulação reduzida enquanto permite flexoextensão precoce, protegendo os reparos ligamentares. Ele só funciona se a dobradiça estiver no eixo verdadeiro de rotação do cotovelo.
Onde fica o eixo. O eixo de flexoextensão passa pelo centro do capítulo no lado lateral e pelo centro da tróclea, na face anteroinferior do epicôndilo medial, no lado medial. No perfil verdadeiro, ele aparece como um ponto no centro dos círculos concêntricos formados pelo capítulo e pela tróclea. Não passa pela ponta dos epicôndilos nem pelo centro da diáfise.
Como se coloca na prática. Primeiro se passa um fio-guia pelo eixo, de lateral para medial, sob radioscopia: no perfil, o fio deve aparecer como um ponto no centro dos círculos; no AP, paralelo à linha articular, ligeiramente em valgo. A dobradiça é montada sobre o fio, e só depois se colocam os pinos no úmero (lateralmente, cuidado com o radial) e na ulna (dorsal, na borda subcutânea). Um eixo errado faz o fixador brigar com a articulação: perde movimento, afrouxa pinos ou força subluxação.
Como ler a figura. Em cada vista, das letras oferecidas, o centro de rotação é a que cai no centro dos arcos do capítulo e da tróclea, e não os pontos periféricos.
Na prova: a dobradiça do fixador articulado deve ficar no eixo de flexoextensão, centro do capítulo e da tróclea, visto como um ponto no perfil verdadeiro.
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